usp lorena

USP Lorena no CaipirUSP: em busca do geral

por • 30 de outubro de 2017 • Colaboradores, Colunas, EntrevistaComentários (0)750

Conversamos com Matheus Pereira, DGM da Atlética da USP Lorena, para saber como estão as expectativas e preparativos de uma das favoritas do CaipirUSP 2017.

 

Por Revista BEAT

A partir dessa quarta-feira, milhares de atletas e torcedores seguem rumo ao interior para os jogos universitários. Esse feriado está disputado: temos o BIFE, o JOPRI, o Economíadas e o CaipirUSP.

No caso do CaipirUSP, como o nome remete bem, o inter foi criado pelas faculdades uspianas dos campis do interior. Em 2008, a EACH USP foi a primeira da capital a participar do campeonato. Na edição deste ano, a Farma USP é a segunda convidada direto do campus Butantã. Além da Farma e da EACH, participarão do CaipirUSP em Santa Cruz da Palmeira nesse feriado: Direito USP Riberião, FEA USP Ribeirão, ESALQ, FZEA e EEL.

A EEL, ou também conhecida como USP Lorena, é uma das favoritas em levar o título geral neste ano. Conversamos com Matheus Pereira, o Diretor Geral de Modalidade (DGM) da Atlética EEL-USP para saber como está a preparação dos mamutes.

 

Revista BEAT: Como é e quando começa a preparação para o CaipirUSP? Há algum pré-campeonato e ou ação da atlética voltada apenas para a competição?

Matheus Pereira (DGM): A preparação começa desde o início do ano. A gente pilha os atletas, sempre instigamos os times e os DMs (que diferente da maioria das outras faculdades, fazem parte da atlética também). Instigamos eles a participarem do maior número de campeonatos, fazerem o maior número de amistosos, sempre estamos fazendo triangulares e quadrangulares ou até participando de campeonatos da região que envolvam cidades, não somente faculdades.

Em relação a pré-campeonatos, consideramos tudo o que vem antes do CaipirUSP como treinamento para o mesmo. Para a maioria das modalidades, o CaipirUSP é um grande desafio e, querendo ou não, é o campeonato que levamos mais pessoas (400/500). O clima do campeonato é diferente, envolve um sentimento de amor pela faculdade, pelo mamute, sangue nos olhos, de querer ser campeão em tudo, de fazer muito com muito pouco (já que não temos quadra coberta no campus, temos que procurar parcerias com a prefeitura). Temos que passar por uma série de burocracias para poder utilizar esse tipo de estrutura que talvez outros campus não tenham.

RB: Para 2017, quais são as expectativas esportivas sobre a competição?

Matheus: As expectativas esportivas são boas, acreditamos que a maioria dos nossos times conseguirão chegar nas finais e pegarão um lugar no pódio. Fizemos umas expectativas, mas não temos contato com a Farma USP, então não sabemos como são os times deles.  

Além disso, vai ser melhor por essa edição ter quatro dias. Temos muitos poli atletas, então ano passado – que foram apenas dois dias de campeonato – fez bastante diferença pra gente. Isso porque alguns atletas chegaram muito cansados, pois estavam fazendo uma série de jogos. Portanto, acho que em relação a esse ano, esportivamente, iremos conseguir encaixar melhor as modalidades, respeitando mais as restrições e dando mais tempo de folga para os atletas.

RB: Quais modalidades vocês têm como favoritas?

Matheus: Futebol de Campo Masculino, Natação Feminino, Vôlei Masculino, Vôlei de Areia Masculino, Vôlei de Areia Feminino, Futsal Feminino e Tênis de Mesa Feminino.

RB: Em termos de evento, quais são as expectativas? Quantas pessoas vocês esperam levar?

Matheus: Geralmente levamos de 400 a 500 pessoas, esse ano achamos que será parecido. Os diferenciais são as tendas open e a festa open. Estamos pensando em fazer para atrair um público maior e estamos tentando fazer com o menor preço possível.


RB: Que faculdade você acredita ser sua maior rival esse ano?

Matheus: Em relação a maior rival é a EACH ou mesmo a novata Farma. A EACH por já ter uma história, por estar no Caipi há muito tempo, sempre bater bastante de frente com a gente. E a Farma por ser uma candidata nova, que não conhecemos muito bem. Temos alguns dados, resultados de Copa USP e Liga USP, por exemplo, mas não dá pra ter uma base com essas informações.

É o último campeonato do ano, então o pessoal vai com muita vontade de fechar com chave de ouro. E querendo ou não, é o auge do coletivo, do entrosamento dos times. À essa altura, já criamos um clima familiar – o que não acontece tanto, por exemplo, no CUPA, que é no começo do ano, os times ainda estão se ajeitando, se conhecendo. No caso do CaipirUSP, já estamos no auge.

Leia mais sobre USP Lorena:

Quem é Lorena? | Revista BEAT
Por trás do ouro | Revista BEAT
Do desconhecido ao desejado: o terceiro ano de uma campanha dentro das quadras | Revista BEAT

Posts Relacionados

Comentários fechados