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Do ICBIÓ, fica o amor e a despedida do último BIFE

por • 27 de outubro de 2017 • Colaboradores, Colunas, Especial, UncategorizedComentários (0)674

No BIFE sempre: seja jogando pelo ICBIO, seja organizando pela CO, torcendo pela ECA, descendo até o chão ou mesmo acompanhando por whatsapp.

 

Por Maria “Bussa” Hausner, ICBIÓ.

Após seis anos de graduação chega um momento que precisamos dizer um até logo mais longo para alguns momentos que deixarão saudades, que nos marcarem e a gente ainda nem sabe. 2017 está sendo um ano de encerramentos e, com isso, me permito deixar o BIFE. Foram no total quatro BIFEs até agora, caminhando para o 5o (e último, juro) em Avaré.

Nesses BIFEs, em dois e meio eu fiz parte da Comissão Organizadora (CO). Nesses dois anos, eu me emocionei e vi inters lindos sendo feito. Vivi Barra Bonita e sua cachoeira de espuma. Passamos por um BIFE que não tinha cidade até 9 dias antes do evento, a CO toda descabelada. Mas vencemos e foi maravilhoso, somado a um parque aquático e quase total integração – Sumaré, saudades!

No ano seguinte, Araraquara foi mais gentil e pudemos levar os jogos a um ginásio incrível, acho que foi o melhor ginásio de todos os tempos (saudades Gigantão). Nesse mesmo ano, em Araraquara, chorei. Chorei porque o meu time decidiu não ir jogar e ir em um inter e não entrar em quadra é horrível. Queria jogar, queria poder estar em quadra e vendo o ICBIÓ brilhar e não apenas no operacional do inter. Precisei de uma folga. Saí da CO e me dei folga do BIFE. 2015 acompanhei pelo whatsapp e foi tão doído como não jogar.

Só que veio Registro para compensar. Lembra do ICBIÓ, amor? Então, foi amor mesmo! A gente foi com o time completo de basquete, em cinco anos nunca tinha vivido um time tão unido. Jogamos, mesmo não tendo sucesso da medalha, o choro pós jogo, a cara amassada na foto, valeu. Ter aquele time para se abraçar e poder estar juntas depois até o chão na festa. Ganhamos também um novo nome, sofremos por amigas de uma faculdade que nem imaginei. Viramos ICBIECA. Fizemos o ICBIÓ gritar pelas meninas, o coração foi na boca com o jogo delas contra a FFLCH. Entramos ao fim em quadra junto, pulamos junto. Essa é a imagem mais forte desse BIFE, 24 mulheres incríveis em uma quadra se abraçando e irradiando felicidade naquele ginásio. Ficamos no IME, mas essa alegria e os laços criados valeram.

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E lembrar do time que entrou em quadra, das festas que foi possível descer até o chão, as dormidas na arquibancada, a barraca, as binaguinhas de café da manhã, faz o coração querer ir mais uma vez, se despedir com carinho do melhor jogo universitário da USP (desculpa InterBIO, o BIFE roubou meu coração).

Que comecem os jogos e venha mais um BIFE para a história.

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