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O que é o BIFFE? (sim, com dois F’s)

por • 24 de outubro de 2017 • Colaboradores, Colunas, EspecialComentários (0)651

Favor respeitar o clubismo da FFLCH USP: BIFFE é com dois F’s, sim!

Por Edoarda “Duda” Batista Massaini

Este ano é o meu oitavo BIFFE e, ao longo do tempo, esse Inter foi ganhando ressignificações para mim – me tornei cada vez mais apaixonada por ele, talvez por isso seja tão difícil dizer tchau! Mas esse ano #juroqueéoúltimo!

Comecei indo para o BIFFE em 2010, apenas pela esbórnia. E, assim foi durante os meus três primeiros anos: ia com meus amigos, torcia loucamente e aproveitava muito as baladas. A partir do meu quarto ano (2013), eu e minhas colegas refundamos o Basquete Feminino da FFLCH e tudo mudou para mim. Ir para alguma cidade do interior jogar pela minha faculdade, com um conjunto de pessoas que eu amava e que hoje são amigas minhas de uma vida, mudou minha vivência universitária, a forma como eu encarava a USP e o meu curso. Eu deixei de ser apenas torcida nessa festa e passei a fazer parte dela!

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Gestão da Atlética FFLCH-USP de 2014. Crédito: Acervo Pessoal

Meu amor pelo laranja e preto já estava instaurado e, a princípio, apenas jogar me satisfazia. No ano seguinte (2014), devido a conflitos internos na Atlética da FFLCH, ficou decido que a gestão que começou o ano seria deposta e no lugar dela assumiria uma nova. Eu, mesmo sem experiência, participando de um time há um ano, me candidatei a compor a gestão. Peguei o cargo que sobrou, literalmente – Presidente da AAAOA!

 

Assumi a responsabilidade e me cerquei dos velhos para beber inspirações e poder ajudar minha atlética a sair do buraco. Resultado: o melhor ano da minha vida universitária! Fiz amigos, parceiros, trabalhamos juntos e num esforço coletivo, de fomento às modalidades individuais. Como tinha que ser, GANHAMOS O BIFFE!

Colhemos espigas douradas, depois de um jejum de nove anos, trouxemos o troféu da mimosa para nossa casa. Nesse dia, eu tive certeza de que além do meu amor pelo Basquete, eu também estava perdidamente apaixonada por ser gestão da atlética, e fiquei o ano seguinte como tesoureira. Mas, a vida adulta me chamou e me vi obrigada a passar o bastão, doeu muito, pois fiz tudo com a mais absoluta dedicação, quem já fez isso, sabe como é inexplicável.

Meu projeto em 2016 era apenas jogar no meu último ano da graduação e ser a minha despedida do BIFFE, mas é claro que um fulgor dentro de mim me impediu de dizer adeus ano passado. Aqui estou indo eu indo, de novo, para o meu #juroqueéoúltimo BIFFE: formada, casada, mas, ainda assim, de Laranja e Preto, com A Fúria no peito!

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