Retrospectiva BEAT: top lambanças do semestre

por • 26 de julho de 2017 • Basquetebol, Beat, please!, Colaboradores, Colunas, Futebol de campo, Futsal, Handebol, VôleiComentários (1)721

O semestre do esporte universitário também foi repleto de lambanças e perrengues, confira a nossa retrospectiva.

 

Por Revista BEAT

 

Os primeiros seis meses de 2017 foram lindos, o recesso está acabando e já estamos com saudades de jogar, desfilar pelo CEPE e, claro, ver umas lambanças que o esporte universitário nos proporciona.

Da série retrospectivas da Revista BEAT, após as top vitórias do JUCA e do InterUSP, agora é a vez de relembrar os perrengues do semestre!

EACH fora do BichUSP 2017

Rebixos podem jogar BichUSP? E reingresso? Essas perguntas agitaram março de 2017, diante da confusão das atléticas com as novas decisões acerca do campeonato de calouros da USP.

No caso da EACH, a confusão se estendeu um pouco mais: uma atleta irregular, mesmo após notificação da LAAUSP, somada a uma subida de ânimos nas quadras do campeonato, a atlética da USP Leste acabou sendo expulsa da edição 2017 do BichUSP após votação pelo conselho disciplinar da LAAUSP.

Para quem quer saber mais:
Carta Aberta LAAUP
Carta Aberta Atlética EACH
Bom Senso FC: Opinão sobre a expulsão da EACH do BichUSP | Revista BEAT

Cadê o juíz?

Como todo final de semestre, várias equipes têm a mania de marcar seus jogos para o último final de semana possível, batendo restrições, horários e alterando o último respiro da tabela geral.

No caso da semi final do basquete feminino da série azul da Copa USP  (Med Pinheiros x EEFE), a partida foi marcada no Caveirão, porém, no mesmo horário de algum outro jogo de basquete do campeonato que iria ocorrer no CEPE.

O chefe de arbitragem da modalidade simplesmente olhou a lista de jogos enviada pela LAAUSP, sem reparar na praça esportiva da semifinal em questão. Ou seja, EEFE e Med Pinheiros já estavam aquecendo, quando, de repente: W.O. da arbitragem.

O tal chefe da arbitragem argumenta que “a LAAUSP nem marcou um asterisco na frente para saber que tinha dois jogos no mesmo horário e em locais diferentes. Logo, não reparei mesmo”. Cê acredita?

 

Os pula-grade do CEPEUSP

Ai os campos do CEPEUSP… Para quem não sabe, eles são o xodó do CEPE: ótimas condições, não pode entrar com chuva, tem que fazer reserva direitinho e, claro, há grades! Grades + chaves + porta. 

Porém, o FutCampo da ECA USP ignorou esse fato (assim como acontece com outros times) e, com o treino atrasado, a equipe pulou a grade para já iniciar o aquecimento, enquanto a chave/comprovação de reserva não chegava.

A história não teve um fim muito bom. Primeiro, ECAtlética suspensa do CEPE por 30 dias. Bem no período pré-JUCA (principal inter da faculdade no primeiro semestre). Após uma série de conversas entre diretoria e atlética, a punição foi revista, mas ainda ficou ruim: Futebol de Campo da ECA banido por 2 meses do CEPEUSP.

 

 

Expectativas BEAT do InterUSP

O primeiro momento mãe diná da Revista BEAT foi uma piada: nossas apostas para o InterUSP 2017 viraram chacotas nas quadras de São Carlos e rendeu muito mimimi nas redes sociais.

Não lembra? Veja aqui: Expectativas InterUSP 2017

Há quem diga que rolou até preleção cornetando nossas expectativas. Há quem diga que instituímos às zebras. Há quem diga também que somos clubistas.

Seja o que for, nós gostamos de apostar e não vamos parar!

Relembre a repercussão: Deu Zebra – Expectativas BEAT do InterUSP

É 7 metros ou prorrogação?

Semifinal de Handebol Feminino do JUCA, um dos maiores jogos universitários do Brasil. O palco era o Gigantão (mesmo da final da NBB) e as equipes eram ECA USP e Comunicação Mackenzie. Em quadra, havia atletas de alto nível (ex-federadas, federadas e por aí vai) de ambos os lados. Um jogo pau, maravilhoso de se ver e cheio de emoção.

Fim do tempo normal: empate. O nervosismo das atletas e a expectativa das arquibancadas tomavam conta do ginásio. Eis que se inicia a disputa de 7m. Três cobranças e… EPA. Confusão na mesa, discussão entre batas, técnicos, representantes de atléticas e arbitragem. Ninguém entendendo nada, pausa na disputa de 7m e início do primeiro tempo de prorrogação.

Sim, confundiram o regulamento em plena semifinal de JUCA.

Uniformes de esparadrapo: quem nunca?

O esporte universitário proporciona uns perrengues bem típicos. Um deles, que provavelmente todo time que se preze já passou, é alguma história com uniformes.

Nesse semestre, a equipe de basquete masculino da Comunicação PUC teve que fazer uma das técnicas mais milenares de gambiarra em uniforme: o uso do esparadrapo para numerar as camisetas. O caso foi em um dos jogos mais importantes da NDU e, para quem assistiu, foi ao menos engraçado (talvez não tenha sido tão engraçado para os atletas e para o técnico).

O BO foi seguinte: a cor do uniforme do adversário (mandante) era igual a da Comunicação PUC e, de última hora, o time juntou várias camisetas pretas, todas numeradas no pré-jogo com esparadrapos. Tudo corria muito bem até… a galera começar a suar. Resultado: os números começaram a cair no primeiro quarto, vários jogadores tiveram que ser trocados pra tentar arrumar os números e a bagunça foi garantida.

 

Intercomp: expulsos de Valinhos

O Intercomp é o maior jogo universitário entre os cursos de computação do Brasil. E a edição de 2017 foi em Valinhos, durante o feriado de Corpus Christie. Quer dizer, foi mais ou menos, porque os universitários foram expulsos da cidade antes mesmo do inter acabar.

Apesar de ter aceitado sediar o evento, aparentemente, a prefeitura de Valinhos se arrependeu no meio do caminho e expulsão geral do alojamento (onde também eram os jogos). Teve polícia, teve confusão, teve tentativa de alterar os jogos para Campinas (onde eram as baladas). O que não teve foi diálogo por parte da cidade sede. No fim das contas, o Intercomp foi adiado para agosto.

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