Retrospectiva BEAT: top melhores do semestre

por • 26 de julho de 2017 • Basquetebol, BichUSP, Campeonatos, Colunas, Copa USP, Especial, Futebol de campo, Futsal, Handebol, Individuais, Rugby, Uncategorized, VôleiComentários (0)376

A poucos dias do fim das férias, aproveitamos para fechar nossa retrospectiva com as melhores iniciativas do semestre e os avanços do esporte universitário.

Por Revista BEAT

2017 veio com umas bizarrices, perrengues, lambanças e dificuldades. Mas, ao menos no esporte universitário, muita coisa boa aconteceu.

Da série retrospectivas da Revista BEAT, após as top vitórias do JUCA e do InterUSP e das Top Lambanças, agora vamos fechar com chave de ouro e relembrar as melhores iniciativas e casos que aconteceram no primeiro semestre.

O módulo voltou!

Demorou uma cota? Demorou! Voltou apenas ainda um deles? Pois é. Futsal e handebol todavia não podem usar? É verdade.

Mas, apenas o verdadeiro uspiano sabe a felicidade que é ver o módulo de volta, lindão e em funcionamento. E que comece a contagem regressiva para o retorno total.

Atletas trans nos regulamentos da LAAUSP

Foto: Ata de Reunião LAAUSP

Depois um período de discussões em torno do assunto, 2017 finalmente foi o ano em que a LAAUSP incluiu atletas transgêneros e transsexuais nos regulamentos de suas competições. Agora, tais atletas podem jogar pelos times do gênero com o qual se identifica.

Vitória!!!!

PRG0001: o esporte que vale créditos

Foto: PRG

Quem nunca achou um absurdo a USP não ter nada relacionando a vida acadêmica com a prática esportiva?

Pois é, 2017 foi o ano disso acontecer. Ainda que a passos lentos e, de certa forma, distante do esporte universitário que praticamos (o dos inters, das atléticas e campeonatos), a disciplina propõe que seus alunos conheçam o CEPEUSP, tenham contato com modalidades diferentes e, pra melhorar, todo mundo ganha aqueles créditos optativos.

Fera, né?

Projeto Inter Inclusivo | FEA USP

Foto: AAAVC

Na verdade, o projeto foi esboçado pela Atlética da FEA USP para o Economíadas 2016, mas foi apenas esse ano em que ele tomou uma forma mais definida. Em resumo, foi criado um processo para que pessoas da FEA com menor poder aquisitivo pudessem ir aos inters que a atlética participa.

O funcionamento é o seguinte: as pessoas se inscrevem através de um forms, que tinha uma pesquisa social, e em seguida era marcada uma entrevista, na qual conversavam sobre a situação financeira e mostravam alguns pacotes que davam alguns descontos que variam de 25% até 100%, de acordo com o cenário.

Além disso, há também arrecadação de dinheiro com happy hours, caixinhas de doações espalhadas pela FEA e plataforma online de doação – esse dinheiro é revertido só para os pacotes do projeto e, caso sobre alguma quantia, é guardado para o próximo inter.

Esse ano, 14 pessoas foram ajudadas para o InterUSP e o projeto tende a continuar para Economíadas.

Fica a ideia para outras atléticas, né?

JUCA Diversidade

Foto: LAACA

O Jogos de Comunicações e Artes vinha, há um tempo, aumentando a discussão antiopressão entre as atléticas participantes e na própria liga organizadora (LAACA). Em 2017, o que era conversa tomou uma proporção muito maior, mais efetiva e saiu do papel.

O JUCA Diversidade foi um projeto que não apenas atuou durante o inter (atendendo e recebendo denúncias de casos de opressão), como também foi responsável pelo mapeamento das dificuldades que as minorias das oito faculdades participantes do JUCA enfrentam. Foram realizadas palestras e rodas de conversa como forma de conscientização pré campeonato.

Saiba mais sobre o projeto: 

Revista BEAT | 17 de maio: Dia Internacional Contra a Homofobia

ESPNW | Diversidade e esporte universitário: onde estão vocês?

 

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