As personalidades por trás dos esportes universitários – A Novata

por • 9 de abril de 2015 • Futsal, PerfilComentários (0)809

Por Júlia Moura e Vitor Andrade | Jornalismo Júnior

 

Quem já teve contato com o esporte universitário se deparou com uma figura muito importante: o técnico. São eles e elas os responsáveis pelos treinos, a elaboração de táticas, o acompanhamento nos jogos e, consequentemente, o sucesso ou o fracasso do time. Existem vários deles espalhados nas faculdades por aí, cada um com suas peculiaridades e suas histórias. Temos técnicos extrovertidos, tímidos, calmos, durões, novos, velhos, informais, profissionais… Nós entrevistamos estas personalidades e seus atletas, traçando o perfil de cada um deles. Confira abaixo!

Roberta Vacari – Técnica Novata

Técnica de Futsal Feminino de RI, está no terceiro ano da graduação de Educação Física na EEFE/USP.

rob 1. Você dá muita bronca em seus atletas? Dou bronca quando é  necessário, mas nos treinos não acho preciso.

2. Você costuma ver seus atletas fora dos treinos? Raramente  encontro com elas fora do período de treino, mas já saí com  elas mais de  uma vez.

3. Você tem piadas internas com o seu time? Não temos piadas  internas, pelo menos não que eu saiba.

4. Seus atletas te tratam mais como amigo ou como  professor? Acho que me tratam das duas formas, um pouco como amiga  e um pouco  como professora. Elas entendem o limite nos treinos, então,  quando  preciso dar alguma instrução, me escutam de boca fechada. Mas  às vezes  brincamos durante o treino, para descontrair um pouco.

5. Você tem alguma peculiaridade como técnico? Não sou técnica há muito tempo, mas acho que aprendo um pouco mais a  cada dia. Por ser atleta também, vejo de duas perspectivas diferentes:  tento me colocar no lugar delas antes de passar alguma informação. Isso e o fato de que acho importante elas poderem brincar comigo durante o treino sem levar bronca podem ser consideradas minhas peculiaridades


 

Larissa Prado – atleta de Futsal de RI

6. Você é próximo do seu técnico?  Eu, assim como todo o time, sou relativamente próximas da “Robs”. Ela brinca e “zoa” com a gente também, o que nos dá uma maior liberdade. Acredito que a gente tenha uma relação legal com ela, que tende a crescer já que ela começou a treinar recentemente o FF de RI.

7. Você acha ele mais engraçado e “zoeiro”, ou sério e durão? Eu difícil classificar ela em séria ou durona, já que tem diferentes momentos. Por exemplo, nos treinos ela as vezes é mais “zoeira” e engraçada; nos jogos, até em amistosos, ela tem um estilo mais sério.

8. O time chama o técnico para as saídas do time? O time chama a técnica e a auxiliar dela, a Bianca Gomez, para as saídas que a gente faz e elas nos chamam também quando vão pra algum lugar, ou tem algo da EEFE, etc.

9. Você prefere que o técnico cobre mais e seja “chato”, mas o time ganhe, ou que o técnico seja mais tranquilo e o time oscile nos resultados? Eu prefiro que o técnico cobre mais e seja “chato” para a evolução do nosso time e para obter bons resultados nos jogos. Acho que a mentalidade do time acompanha essa lógica, sempre tentar obter resultados melhores, até porque somos um time pequeno em relação aos demais da USP e nossa intenção é crescer sempre.

10. Se você pudesse descrever seu técnico em uma palavra, qual seria? Se eu pudesse descrever a “Robs” em uma, palavra seria “objetiva”. Ela é do tipo que faz o time ter um objetivo, estudar pra ver os caminhos para alcançá-lo e batalhar pra atingí-lo.


 

Leia também as entrevistas com:
– O técnico “Zoeiro” Christian Faccio: 
 http://revistabeat.com.br/?p=1383
O técnico “Amigão” Plínio Cotta:  http://revistabeat.com.br/?p=1492
O técnico “Profissional” Felipe Silva Freitas: http://revistabeat.com.br/?p=1528

 

 

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